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sábado, 11 de dezembro de 2010

BOLSAS-LIVRO

Postado por Paula Roberta às 10:32 1 comentários
 Você sabe o que é uma bolsa, não sabe? E sabe o que é um livro também, né? (se você não souber, saia imediatamente deste blog, ou vou esganar você virtualmente!)
 E a mistura dos dois? Funciona?
 Eu acho que sim! Na verdade, não acho: tenho certeza! Ou melhor, vamos para o bom e velho pleonasmo, tenho CERTEZA ABSOLUTA!
 Exemplo!
 Uma bolsa (dãa! Peguei a primeira que eu achei no Google!) + Livro Lolita (aleatório, foi a primeira bolsa-livro que eu vi!) = uma bolsa-livro super FOFA!!! Que eu quero para mim!


Ou... Que tal uma bolsa + o livro For Whom The Bell Tolls de Ernest Hemingway (mais um clássico)...

 Ao que me parece, as bolsas-livro (porque bolsa na frente? Aqui será livro-bolsa! Não bolsa-livro!) só são feitas com livros clássicos, como Platero and I, Lolita, For Whom The Bell Tolls, Moby Dick, etc.
 Mais alguns livros-bolsa:


 Eu não achei nenhum livro-bolsa do Harry Potter, então resolvi fazer um montagem!


 Como eu estou meio-na-pressa vou fazer só um, mas se vocês quiserem de algum outro livro, é só comentar que eu faço, OK?
 Agora, olha onde o livro-bolsa foi parar!


 Nas mãos de Clemènce Poesy na premiere de Harry Potter e as Reliquias da Morte em Londres. Para quem não sabe, Clemènce é a nova atriz de Fleur Delacour (eu prefiro a outra, é mais bonita, tem mais charme e é mais... Fleur!).
 Mas não é só ela! Sabem quem também apareceu nos clicks usando o livro-bolsa? A Natalie Portman! 




 Pra mim ela não passa da Senadora Padmè Amidala, a sortuda que chama Darth Vader de Ani (Ani é fofo, Darth Vader é um manda-chuva, Jake Lloyd criança é fofucho e Hayden Christensen é um sarado, gato, fofo, bonito... Tudo de bom que você puder imaginar!)
 Queria estar no lugar da Padmè!... NÃO MORTA! Digo, com o Ani, tá?! Deu pra entender...



   Mas os livros-bolsa estão ficando famosos!!! Estão até em publicações da Vogue e da Elle!



 Mas já vou declarar! Eu prefiro o livro mesmo! Só que as bolsas até que cairiam bem...


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Você concorda? #1 - "Atual mercado de livros vai falir, diz estudioso americano"

Postado por Paula Roberta às 07:30 1 comentários
 Olá queridos Leitores da Ordem!
 Pelo motivo abaixo(o assunto do post) eu resolvi criar outra coluna aqui no blog, a coluna será chamada de: "Você Concorda?".
 Eu irei postar notícias sobre livros e você, leitor, poderá expressar sua opinião em relação a notícia OK?!
 Hoje será o primeiro post!!!

 Rob Sten, estudioso americano, diz, em uma entrevista, que o atual mercado de livros irá falir.
 Por que?!
 Por causa do livro digital, que está sendo cada vez mais usado.
 Ele diz que muitas pessoas compram livros digitais, e acabam nem ao menos lendo o livro! E isso incentiva o mercado digital!

 Olhem a entrevista dele:


Durante os últimos 30 anos, o americano Bob Stein vem se dedicando a aproximar o livro em seu formato tradicional, o papel, das inovações tecnológicas. Ele foi, por exemplo, artífice da primeira publicação em CD-ROM e acompanhou a gestação e evolução do leitor de livros eletrônicos, o e-reader - caso do Kindle, da livraria virtual Amazon. De olho da ascensão do e-book e de novos leitores, como os tablets, ele faz uma previsão nada animadora para as engrenagens do atual mercado livreiro, apoiado na impressão e distribuição do papel: "Essa estrutura econômica atual irá falir", diz Stein, que hoje dirige o Institute for the Future of the Book. Ao mesmo tempo, a previsão é animadora para os leitores. "Quando você estiver lendo uma obra on-line, por exemplo, poderá compartilhá-la via Twitter e Facebook. Os livros serão mais emocionantes e permitirão uma conversa muito mais social entre os leitores." Pouco antes de vir ao Brasil, no recente Fórum da Cultura Digital, promovido pelo Ministério da Cultura e pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, ele concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA.
2010 é o ano do e-book?

Eu acho que 2010 será o começo, ou seja, o ano em que trocaremos a base impressa de leitura pela eletrônica. Essa transformação começou há dois anos. Mas se olharmos os números, especialmente em lugares como os Estados Unidos, onde o Kindle foi lançado, em 2007, perceberemos que somente neste ano estão sendo relatadas vendas elevadas de livros eletrônicos em espaços digitais - o contrário do que acontece com os livros tradicionais na internet.



O que mudou no setor editorial após a chegada do Kindle? 


Infelizmente, não aconteceram mudanças suficientes.


Por quê?
As editoras são muito resistentes em mudar a interface de seus produtos. A internet mudou os modelos de negócio na indústria da música, na indústria do vídeo e não há razão para não mudar o modelo de negócio na venda de livros. As editoras ainda se mantêm porque há um número razoável de lojas físicas que vendem livros impressos, mas, quando esse número começar a cair, elas terão de reconhecer que as pessoas não estão dispostas a gastar muito dinheiro com livros eletrônicos, a exemplo do que acontece hoje com os livros tradicionais. Então, o preço dos livros eletrônicos, que ainda é alto, cairá.


As editoras não estão preparadas para a nova fase dos e-books?
Elas não estão preparadas para a popularização dos e-books e para a superação dos livros impressos pelos digitais. Elas falam que estão se adaptando, mas não pensam em novos modelos de negócio. Essa estrutura econômica atual irá falir.


O senhor acha que o Kindle é o melhor leitor eletrônico do mercado?
Não. Eu acho que o Kindle é, na verdade, o pior dispositivo. Suas páginas não são vivas como as de papel. Além disso, ler em uma tela como a do iPad, do iPod Touch ou do iPhone é mais satisfatório para muitas pessoas.


Por quê?
Os textos nas telas de LCD são mais vibrantes. Também não acho que seja necessário existir um dispositivo exclusivo para a leitura. 
Afinal, qual será o futuro do livro como o conhecemos hoje?

O futuro do livro segue em duas direções. O livro impresso se transformará em um objeto de arte. Em outras palavras, pessoas abastadas poderão comprar lindas versões de livros impressos. Eles terão mais ilustrações e servirão como um souvenir. Já a maioria dos livros terá como padrão o formato digital. Você poderá imprimi-lo, se quiser, e a leitura se tornará muito mais social e dinâmica. Quando você estiver lendo uma obra on-line, por exemplo, poderá compartilhá-la via Twitter e Facebook. Os livros serão mais emocionantes e permitirão uma conversa muito mais social entre os leitores.
O que o Institute for the Future of the Book pode fazer por isso?


Meu objetivo é dar opções aos autores de se expressarem através de fotos e vídeos, como uma forma diferente e flexível de manifestar ideias complexas. Estou falando de vídeo, texto e áudio, que juntos permitem uma melhor assimilação. Então, essa mídia enriquecida possui um poder complexo e valioso e seu resultado é muito mais eficiente.


 Eu não concordo com absolutamente NADA do que esse cara disse!
 Se depender de mim, o mercado literário NUNCA irá falir! Tenho certeza que ele também poderá contar com vocês não é?!
 

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